AGUAS LINDAS AGORA https://aguaslindasagora.com.br NOTÍCIAS E MUITO MAIS Tue, 05 Aug 2025 08:21:53 +0000 pt-BR hourly 1 Por que a intimidade digital é a nova moeda para criadores de conteúdo adulto? https://aguaslindasagora.com.br/por-que-a-intimidade-digital-e-a-nova-moeda-para-criadores-de-conteudo-adulto/ https://aguaslindasagora.com.br/por-que-a-intimidade-digital-e-a-nova-moeda-para-criadores-de-conteudo-adulto/#respond Tue, 05 Aug 2025 08:21:53 +0000 https://aguaslindasagora.com.br/por-que-a-intimidade-digital-e-a-nova-moeda-para-criadores-de-conteudo-adulto/ […]]]>

Na disputa acirrada pela atenção e pelos bolsos dos consumidores, descobriu-se que nudez por si só já não garante lealdade. Em vez do conteúdo altamente produzido, são as conexões emocionais e o dia a dia compartilhado que mantêm os assinantes renovando suas assinaturas. Plataformas como OnlyFans, Privacy, Patreon, Telegram (com grupos pagos) e até o recurso de melhores amigos do Instagram mostram que oferecer uma janela para a rotina e a personalidade do criador gera um vínculo mais forte e duradouro.

Um estudo citado pelo New York Post revelou que criadores que fomentam laços reais com seus assinantes alcançam até três vezes mais retenção do que aqueles focados apenas no produto final. Conteúdo é moeda, mas emoção é ouro. A chamada experiência namorada no universo adulto exemplifica isso ao fazer os fãs se sentirem vistos, ouvidos e valorizados, indo muito além de pedidos personalizados.

Do ponto de vista de negócios, essa mudança representa menor taxa de cancelamento e maior receita recorrente. Criadores que apostam em bastidores, áudios espontâneos, manhãs comuns ou até listas de supermercado constroem não apenas audiência, mas comunidade. O público não quer apenas ver, quer se sentir parte da história. É aí que entra a lógica da intimidade como produto. O que se vende não é apenas imagem, mas o vínculo constante. A startup brasileira VibX, especializada em monetização de conteúdo no Telegram, aponta que o que mais converte não é o conteúdo explícito em si, mas a experiência completa de convivência digital.

Esse modelo já é aplicado em diferentes nichos. Criadoras como Karol Rosalin relatam que seus assinantes buscam relações contínuas, com mensagens de bom dia, interações diretas e uma sensação real de proximidade. Segundo ela, mostrar quem é de verdade gera mais fidelidade do que qualquer imagem produzida. Outras profissionais do mercado afirmam que muitos assinantes querem atenção, afeto digital e até suporte emocional. Em vez de uma imagem impactante, o que mantém o público é a rotina emocional partilhada.

Influenciadoras como Gabi Abrão utilizam stories pagos e diários fechados para oferecer experiências pessoais a seus seguidores. Artistas de K-pop usam o Weverse para manter fãs conectados a detalhes do cotidiano. Treinadores físicos compartilham suas refeições, treinos e bastidores da vida real. Astrólogos e terapeutas espirituais criam grupos exclusivos com discussões íntimas, vídeos informais e interações em tempo real. Em todos os casos, o que garante retenção é o vínculo.

No mercado da assinatura, onde manter o assinante é mais valioso do que apenas conquistar um novo, a proximidade se tornou o diferencial. Em vez de grandes produções ou revelações espetaculares, o que realmente funciona é a constância emocional, a continuidade narrativa e o sentimento de pertencimento. A rotina virou ativo. A intimidade digital virou estratégia. E em muitos casos, é exatamente isso que está vendendo.



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Homem-Aranha 4 ganha primeiro teaser com uniforme do herói; assista https://aguaslindasagora.com.br/homem-aranha-4-ganha-primeiro-teaser-com-uniforme-do-heroi-assista/ https://aguaslindasagora.com.br/homem-aranha-4-ganha-primeiro-teaser-com-uniforme-do-heroi-assista/#respond Tue, 05 Aug 2025 07:33:22 +0000 https://aguaslindasagora.com.br/homem-aranha-4-ganha-primeiro-teaser-com-uniforme-do-heroi-assista/

Homem-Aranha 4 ganha primeiro teaser com uniforme do herói; assista



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Carlos Bolsonaro passa mal e é hospitalizado após prisão domiciliar de ex-presidente | Política https://aguaslindasagora.com.br/carlos-bolsonaro-passa-mal-e-e-hospitalizado-apos-prisao-domiciliar-de-ex-presidente-politica/ https://aguaslindasagora.com.br/carlos-bolsonaro-passa-mal-e-e-hospitalizado-apos-prisao-domiciliar-de-ex-presidente-politica/#respond Tue, 05 Aug 2025 06:14:55 +0000 https://aguaslindasagora.com.br/carlos-bolsonaro-passa-mal-e-e-hospitalizado-apos-prisao-domiciliar-de-ex-presidente-politica/ […]]]>

O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi hospitalizado na noite desta segunda-feira (4), após o pai ter a prisão domiciliar decretada. A informação foi antecipada pela “Folha de S.Paulo” e pela “CNN”, e confirmada pelo Valor.

Carlos recebeu atendimento num hospital na Barra da Tijuca, bairro onde mora na Zona Oeste da cidade. Ainda não há informação do estado de saúde do vereador.

O filho do ex-presidente costuma ser ativo nas redes sociais, mas desde que o pai foi preso, no final desta tarde, Carlos não se manifestou publicamente.

Vereadores aliados de Carlos demonstraram solidariedade ao colega de bancada no parlamento municipal. “Acabei de ver que o Carlos Bolsonaro passou mal e está no hospital. É muita covardia o que estão fazendo com ele e com toda a família Bolsonaro. Força, Carlos. Que Deus te proteja, meu irmão”, escreveu o vereador Rafael Satiê (PL), nas redes sociais.

Ao decretar a prisão domiciliar de Bolsonaro, nesta segunda-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes citou uma publicação de Carlos entre os argumentos para prender o ex-presidente. Na decisão, o magistrado diz que houve uma coordenação entre os filhos do ex-presidente para publicar conteúdo de Bolsonaro nas redes, mesmo ele estando proibido de fazer isso, seja diretamente ou por intermédio de terceiros.

“Não há dúvidas de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Messias Bolsonaro, pois o réu produziu material para publicação nas redes sociais de seus três filhos e de todos os seus seguidores e apoiadores políticos, com claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio, ostensivo, à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”, disse na petição Moraes, relator dos casos envolvendo o ex-presidente na Corte.

A publicação de Carlos, feita no domingo, mostra Bolsonaro em casa acompanhando do celular as manifestações bolsonaristas que ocorriam pelo país.

“Hoje, o povo demonstrou mais uma vez que não esqueceu quem sempre esteve ao seu lado. Mesmo calado à força, mesmo injustiçado, sua imagem segue inspirando milhões”, escreveu Carlos na publicação. O vereador continuou:

“Nós vamos seguir lutando até o fim. Pela liberdade do nosso povo e por justiça a quem nunca traiu o Brasil. Alexandre de Moraes pode tentar, mas não vai conseguir calar um país inteiro.”



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Moraes decreta prisão domiciliar de Bolsonaro; acompanhe cobertura e comentário dos colunistas https://aguaslindasagora.com.br/moraes-decreta-prisao-domiciliar-de-bolsonaro-acompanhe-cobertura-e-comentario-dos-colunistas/ https://aguaslindasagora.com.br/moraes-decreta-prisao-domiciliar-de-bolsonaro-acompanhe-cobertura-e-comentario-dos-colunistas/#respond Mon, 04 Aug 2025 22:16:39 +0000 https://aguaslindasagora.com.br/moraes-decreta-prisao-domiciliar-de-bolsonaro-acompanhe-cobertura-e-comentario-dos-colunistas/


Moraes decreta prisão domiciliar de Bolsonaro; acompanhe cobertura e comentário dos colunistas



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Marcos do Val coloca tornozeleira eletrônica por ordem de Alexandre de Moraes https://aguaslindasagora.com.br/marcos-do-val-coloca-tornozeleira-eletronica-por-ordem-de-alexandre-de-moraes/ https://aguaslindasagora.com.br/marcos-do-val-coloca-tornozeleira-eletronica-por-ordem-de-alexandre-de-moraes/#respond Mon, 04 Aug 2025 20:51:52 +0000 https://aguaslindasagora.com.br/marcos-do-val-coloca-tornozeleira-eletronica-por-ordem-de-alexandre-de-moraes/ […]]]>

Senador foi recebido pela Polícia Federal ao retornar de viagem aos EUA nesta segunda-feira (4)

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) foi recebido pela Polícia Federal (PF) ao desembarcar em Brasília nesta segunda-feira (4) e terá que usar tornozeleira eletrônica por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Do aeroporto, ele foi encaminhado ao Centro Integrado de Monitoração Eletrônica, no Distrito Federal, onde o equipamento foi instalado.

A decisão acontece após Marcos do Val viajar aos Estados Unidos, contrariando uma ordem judicial que previa a apreensão de seu passaporte. O senador utilizou o documento diplomático, que permanecia com ele, para deixar o país no dia 23 de julho. A defesa chegou a apresentar um pedido de autorização ao STF, oito dias antes da viagem, alegando que não havia proibição expressa para que o parlamentar viajasse com a família.

Marcos do Val é investigado por ataques nas redes sociais contra policiais federais que atuam na apuração de uma tentativa de golpe de Estado. Foi nesse contexto que, em agosto de 2024, teve as redes sociais bloqueadas e o passaporte apreendido. Ainda assim, o senador embarcou para Miami, com hospedagem e ingressos adquiridos para parques da Universal, conforme documentos entregues ao Supremo.

A defesa sustenta que a negativa ao pedido de viagem só foi comunicada no dia 24 de julho, quando o parlamentar já estava nos EUA. Como o processo corre em sigilo, um oficial de Justiça teve que avisar os advogados. Diante disso, o ministro Alexandre de Moraes ordenou o uso da tornozeleira, além do bloqueio de contas bancárias e cartões de crédito de Marcos do Val e de sua filha, segundo os advogados.

Em nota, o senador afirmou que não tentou enganar a Justiça e destacou que seu passaporte diplomático está válido até julho de 2027. “Além disso, meu visto oficial de entrada nos Estados Unidos foi recentemente renovado, com validade até 2035”, disse.

Durante uma transmissão ao vivo no YouTube, feita ainda nos EUA, Marcos do Val afirmou que estava em férias com a família e negou ter fugido. “Eu vim passar férias, minha filha está de férias e estamos com recesso parlamentar”, disse ele, relatando que tem uma filha nascida nos Estados Unidos e que notificou Polícia FederalSTF e Senado sobre a viagem.

Fonte: Mais Goiás



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Possível federalização da Cemig e da Copasa levanta incertezas, dizem especialistas https://aguaslindasagora.com.br/possivel-federalizacao-da-cemig-e-da-copasa-levanta-incertezas-dizem-especialistas/ https://aguaslindasagora.com.br/possivel-federalizacao-da-cemig-e-da-copasa-levanta-incertezas-dizem-especialistas/#respond Mon, 04 Aug 2025 18:50:25 +0000 https://aguaslindasagora.com.br/possivel-federalizacao-da-cemig-e-da-copasa-levanta-incertezas-dizem-especialistas/


O anúncio de que o governo de Minas Gerais deu os…



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Camisa 9 do Real Madrid está vaga e gera disputa entre Endrick e Gonzalo; argentino corre por fora https://aguaslindasagora.com.br/camisa-9-do-real-madrid-esta-vaga-e-gera-disputa-entre-endrick-e-gonzalo-argentino-corre-por-fora/ https://aguaslindasagora.com.br/camisa-9-do-real-madrid-esta-vaga-e-gera-disputa-entre-endrick-e-gonzalo-argentino-corre-por-fora/#respond Mon, 04 Aug 2025 15:28:18 +0000 https://aguaslindasagora.com.br/camisa-9-do-real-madrid-esta-vaga-e-gera-disputa-entre-endrick-e-gonzalo-argentino-corre-por-fora/ […]]]>

A lendária camisa 9 do Real Madrid — que já foi usada por ídolos como Alfredo Di Stéfano, Santillana, Hugo Sánchez, Cristiano Ronaldo (em breve passagem) e Karim Benzema — está mais uma vez sem dono. Desde a saída do francês e a indefinição sobre a chegada de Kylian Mbappé em 2024, o número ficou vago, à espera de um novo herdeiro à altura da tradição merengue.

Mbappé, enfim contratado, optou por vestir a camisa 10, a mesma que usa na seleção francesa. A decisão abriu, segundo o jornal espanhol Marca, uma disputa simbólica e esportiva dentro do clube: quem será o novo camisa 9 do Real Madrid? No centro do debate estão dois jovens talentos em fases opostas da carreira: o brasileiro Endrick e o espanhol Gonzalo, sensação recente do Mundial de Clubes.

Endrick, de 18 anos, foi contratado junto ao Palmeiras por 35 milhões de euros fixos, com bônus que podem elevar o valor para até 72 milhões. A expectativa em torno do jovem sempre foi alta, mas sua primeira temporada no clube foi marcada por altos e baixos, com dificuldades de adaptação e dúvidas sobre sua posição ideal em campo.

Ainda assim, há confiança interna de que ele poderá deslanchar em seu segundo ano, como fez com a seleção brasileira ao marcar no Wembley e no Bernabéu em um intervalo de quatro dias.

Do outro lado está Gonzalo, produto da base madridista, que ganhou espaço após a lesão de Endrick e brilhou no Mundial de Clubes. Foi artilheiro do torneio e impressionou não apenas pelos gols, mas pela maturidade em campo. O desempenho fez crescer a pressão para que o técnico Xabi Alonso lhe dê mais protagonismo. Há até quem defenda sua convocação para a seleção principal, desde que siga jogando com regularidade.

A disputa não envolve apenas Endrick e Gonzalo. Há também o nome de Franco Mastantuono, argentino recém-chegado e considerado um ativo estratégico do clube, que pode entrar na briga pela camisa 9 em médio prazo.

Xabi Alonso terá que decidir qual perfil de atacante melhor se encaixa em seu modelo de jogo. A permanência ou não de Rodrygo pode influenciar essa equação. Caso o brasileiro deixe o clube, abre-se espaço para que Endrick e Gonzalo convivam no elenco com Mbappé, Vinicius Júnior, Bellingham, Brahim Díaz, Arda Güler e Mastantuono. Caso contrário, o cenário pode se tornar mais apertado.



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Mesmo com isenções, Goiás pode perder R$ 800 milhões em 12 meses com tarifaço de Trump; entenda https://aguaslindasagora.com.br/mesmo-com-isencoes-goias-pode-perder-r-800-milhoes-em-12-meses-com-tarifaco-de-trump-entenda/ https://aguaslindasagora.com.br/mesmo-com-isencoes-goias-pode-perder-r-800-milhoes-em-12-meses-com-tarifaco-de-trump-entenda/#respond Mon, 04 Aug 2025 11:49:14 +0000 https://aguaslindasagora.com.br/mesmo-com-isencoes-goias-pode-perder-r-800-milhoes-em-12-meses-com-tarifaco-de-trump-entenda/ […]]]>

Estudo da CNI estima perda relativa ao PIB com base em exportações

Goiás pode acumular perda de R$ 800 milhões no prazo de 12 meses, apesar de isenções anunciados pelo Estados Unidos (EUA) em relação ao tarifaço de 50% imposto a produtos brasileiros. A estimativa é feita pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) André Rocha, com base em estudo divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mais de 600 produtos foram poupados pelo presidente norte-americano Donald Trump, mas o impacto de prejuízo à economia goiana permanece.

De acordo com Rocha, itens centrais da pauta exportadora local, como carne bovina e açúcar, continuam na lista de taxação, o que mantém a estimativa de perdas em R$ 798 milhões. “Dos quase R$ 800 milhões que falamos, o impacto é direto naquilo que exportamos para os Estados Unidos. E como nossos principais itens, carne e açúcar, seguem na lista, o cenário continua praticamente o mesmo”, revelou ao Mais Goiás, considerando as isenções.

TARIFAÇO
Caiado articula com EUA para retirar produtos goianos do tarifaço de Trump
89% dos brasileiros acreditam que tarifaço de Trump vai prejudicar a economia, diz pesquisa

CNI calcula estimativa de perdas por estado em relação ao PIB (Infográfico: CNI)
CNI calcula estimativa de perdas por estado em relação ao PIB (Infográfico: CNI)

Competição e impactos indiretos

Rocha também alertou para os chamados impactos indiretos, que podem até ampliar o prejuízo ao estado. De acordo com ele, há risco de empresas de outros estados, afetadas diretamente pela perda do mercado americano, buscarem novos destinos que hoje já são ocupados por exportadoras goianas, gerando competição interna e externa. “Uma empresa paulista que perdeu mercado nos EUA pode disputar agora o mercado da África, por exemplo, onde uma goiana já atuava”, exemplificou.

Além disso, o dirigente da Fieg destacou que o tarifaço compromete a previsibilidade de investimentos. “Desde o começo dessas sanções, muitas empresas começaram a adiar investimentos. Você deixa de gerar emprego, de fazer compras, de encomendar maquinário. É uma reação em cadeia”, avaliou.

ISENÇÕES NÃO AFETAM GOIÁS
Trump assina ordem que oficializa tarifaço de 50% para o Brasil
Tarifaço de Trump isenta petróleo cru, suco de laranja e aviões

Container elevado em zona portuária (Foto: Freepik)
Exportações de Goiás não serão afetadas por isenções anunciadas pelos EUA (Foto: Freepik/reprodução)

Arrecadação de impostos pode ser afetada

Rocha lembrou ainda que o efeito não se restringe às empresas exportadoras. A arrecadação de impostos e o repasse de recursos aos municípios também podem ser afetados com a redução do volume de exportações. E apontou um risco adicional: a possibilidade de reação do Brasil com medidas de retaliação, que poderiam encarecer produtos importados essenciais. “Por isso ninguém quer retaliação. Imagine onerar produtos farmacêuticos, por exemplo”, alertou.

Cenário de exportações entre Goiás e EUA

De acordo com os dados da CNI, Goiás exportou aos EUA US$ 408,5 milhões em 2024, sendo 94,5% em produtos da indústria de transformação. Os três principais itens enviados aos norte-americanos foram carnes bovinas congeladas, ferroníquel e açúcar, todos atingidos pela tarifa de 50%.

Questionado sobre a possibilidade de uma nova revisão dos impactos ao estado, André Rocha explicou que as equipes técnicas da Fieg e da CNI estão acompanhando os desdobramentos, mas reforçou: “Para alguns estados, o valor pode cair. No nosso caso, por enquanto, continua”.



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Se COP30 não for inclusiva em Belém, desejamos outro local, diz líder dos países africanos | Brasil https://aguaslindasagora.com.br/se-cop30-nao-for-inclusiva-em-belem-desejamos-outro-local-diz-lider-dos-paises-africanos-brasil/ https://aguaslindasagora.com.br/se-cop30-nao-for-inclusiva-em-belem-desejamos-outro-local-diz-lider-dos-paises-africanos-brasil/#respond Mon, 04 Aug 2025 02:55:16 +0000 https://aguaslindasagora.com.br/se-cop30-nao-for-inclusiva-em-belem-desejamos-outro-local-diz-lider-dos-paises-africanos-brasil/ […]]]>

O presidente do grupo dos 54 países africanos, Richard Muyungi, foi o porta-voz da insatisfação dos países mais pobres do mundo, o bloco dos em desenvolvimento, e também dos países ricos, com a falta de oferta de acomodações em Belém para a COP30, e o abuso dos preços praticados pela rede hoteleira e donos de imóveis.

“A questão, para nós, não é sobre quartos, mas sobre inclusão. Estamos falando de multilateralismo e não de restringi-lo ainda mais”, diz.

Na reunião do bureau da ONU Clima, mais conhecida como UNFCCC, a insatisfação com a logística em Belém foi o estopim de uma crise grave para a COP30. Muyungi, que é vice presidente do bureau, diz que convocou a reunião para que os países pudessem entender o que está acontecendo quanto aos preparativos da conferência, em novembro, em Belém.

Diz que, como ele, que é “chair” do grupo dos países africanos, outros presidentes de outras regiões do mundo estão em dúvida. Três destes grupos –África, América Latina e o das nações insulares— pedem que a COP não aconteça em Belém, se o problema não for resolvido.

Ele explica: “É óbvio: se os quartos não são adequados e em número suficiente, não podemos ter uma COP ali (em Belém). E a questão, para nós, não é sobre quartos, mas sobre inclusão”, repete. “Precisamos garantir a inclusão. E isso quer dizer mídia, sociedade civil, delegados, jovens. Portanto há que haver quartos suficientes para garantir que todos sejamos incluídos no processo e a preços acessíveis. Este é o nosso ponto central.”

Ele continua: “A maioria das COPs oferece um mix de acomodação e de preços variados”, explica. “O problema que estamos tendo com a COP30 é na definição do padrão mínimo. Estamos contestando que todos têm que pagar, no mínimo US$ 100. Se alguém só tem US$ 50 para gastar por dia, esta opção tem que existir”, diz ele.

Na reunião foram feitos muitos questionamentos: porque se fala em 50 mil pessoas indo a Belém, mas, ao fazer as contas, faltam 20 mil quartos? Haverá tempo para criar estes 20 mil quartos? Por qual motivo os quartos devem ser pagos com antecedência e não há garantia de restituição do dinheiro? Qual o motivo de os quartos exigirem ao menos 10 dias de locação se há pessoas que só ficam cinco dias? Como ficam os delegados de países africanos sem litoral e não acostumados ao mar, que não querem ficar em navios de cruzeiro?

Os países em desenvolvimento, assim como os grupos dos países ricos, aguardam respostas para a próxima reunião do bureau. Inicialmente convocada para 11 de agosto, foi reagendada para o dia 14 de agosto. “Nosso desejo é ver que, depois de 14 de agosto, haverá clareza sobre como todos os países, todos os atores, toda a sociedade civil, todos os meios de comunicação, poderão dormir e participar adequadamente das discussões em Belém. Essa é a resposta que esperamos”, adianta. “Se não for assim, tem de haver uma alternativa, incluindo, naturalmente, a análise de outros locais. O Brasil tem muita experiência em sediar esses encontros e muitas opções de lugares.”

No domingo, em sua casa em Dar es Salaam, na Tanzânia, Richard Muyungi falou com exclusividade ao Valor, por telefone. Aqui o texto integral da entrevista:

Valor: O senhor pediu a reunião de emergência do Birô da UNFCCC?

Richard Muyungi: Sou vice-presidente do bureau, representando a África. Os membros podem convocar uma reunião de emergência se acharem que há algo que precisa ser abordado para o povo da sua região. A COP30 é muito importante para a África. Convoquei a reunião para que possamos compreender o que está acontecendo nos preparativos de alojamento, transporte e o bem-estar de todos em Belém. Entender como a presidência da COP30 se prepara para receber mais de 50 mil pessoas na cidade. Porque não estava claro.

Valor: O senhor conseguiu essa clareza?

Muyungi: A reunião foi muito importante e vários chairs de outros grupos regionais também queriam esclarecimentos. Primeiro, não está claro o número de quartos disponíveis em relação ao número de participantes. E quando falamos de participantes, não se trata apenas de delegados de governos, mas da mídia da África e dos países em desenvolvimento, a sociedade civil, as ONGs, os parceiros do setor privado, os representantes de grupos religiosos. Queríamos ficar satisfeitos se a acomodação será adequada. A segunda razão, fomos informados várias vezes que os quartos deveriam ser pagos antes de ir para Belém, na verdade, e você paga pelo menos 10 dias quando alocou os quartos. Na maioria dos casos, observamos que, uma vez que se paga, não se pode ser reembolsado, e tem que se pagar por não menos de 16 dias. Mas temos casos de ONGs vindo para apenas uma semana ou sociedade civil vindo para só cinco dias.

Muyungi: Outra questão que levantamos foi o fato de que os preços dos quartos nos disseram que, não custarão menos de US$ 100, mas, no mínimo, custam US$ 200. Mas a taxa diária da ONU que recebemos para uma cidade como Belém é de US$ 143. Se o preço mínimo de um quarto for de US$ 100, tem que se sobreviver com US$ 43, entre comida e transporte. Então essa era a questão. Também notamos que, até agora, o número de quartos que pudemos contar não são mais de 20 mil, mas virão pelo menos 50 mil pessoas para Belém. Portanto, não está claro como, em tão pouco tempo, vão conseguir mais quartos adicionais, ou pelo menos 20 mil.

Quando as pessoas do meu continente forem para a cama, temos que ter clareza de onde irão dormir. E alguns países africanos que não têm litoral, e se a opção for usar o navio de cruzeiro, deixamos bem claro que alguns dos países sem litoral indicaram que não desejavam estar nos navios de cruzeiro porque não estão acostumados com isso. Também perguntamos sobre o fato que ouvimos que os navios de cruzeiro estariam lá até um dia antes do encerramento da reunião. Então onde os delegados vão ficar quando os navios de cruzeiro partirem?

Valor: E as COPs nunca terminam no dia previsto.

Muyungi: Exato. Na maioria dos casos, as COPs ultrapassam um dia ou dois além do prazo. Outra questão era por qual razão alguns países da África podem pagar cerca de US$ 200 e outros, US$ 600. Mas isso não é uma divisão feita pela ONU. Queríamos entender isso. Nosso entendimento era que deveríamos usar o conceito da ONU, em função dos valores das diárias.

Valor: Uma dúvida, na carta assinada pelo senhor e outros 25 delegados, menciona-se que a diária da ONU é de US$ 164.

Muyungi: Acho que quando escrevemos a carta, alguém se enganou. Mas a taxa da ONU para a cidade de Belém é de US$ 143. A ONU acreditava que a cidade de Belém é pequena, então as pessoas que ficariam lá não gastariam tanto dinheiro. Se fosse uma cidade como Brasília ou São Paulo, as taxas são mais altas. Isso vale para os países mais pobres do mundo, na África, na América Latina e em outras partes. Por isso dizemos que os preços não podem ser esses. Como as pessoas irão pagar e comer, e se movimentar?

Valor: Os preços são mais altos em Belém do que em outras cidades que abrigaram COPs?

Muyungi: Há duas questões aqui. A maioria das COPs oferece preços variados. O problema que estamos tendo é na definição do padrão mínimo. Estamos contestando que todos têm que pagar, no mínimo US$ 100. Se alguém só tem US$ 50 para gastar por dia, esta opção tem que existir.

Valor: É correto que os chefes de três grupos de países, da África, da América Latina e das nações-ilha pediram que a COP não aconteça em Belém se esta situação não for resolvida?

Muyungi: Sim. Nosso entendimento foi esse, e confiamos que a presidência da COP30 entenda nossas preocupações, que são preocupações genuínas de todas as regiões. E até mesmo das regiões dos países desenvolvidos. Esperamos que, conforme prometido, na próxima reunião, em agosto, venham com as respostas às nossas preocupações. Mas o que é óbvio é, se os quartos não são adequados e em número suficiente, não podemos ter uma COP ali. E a questão, para nós, não é sobre quartos, mas sobre inclusão. Estamos falando de multilateralismo e não de restringi-lo ainda mais. Precisamos garantir a inclusão. E isso quer dizer mídia, sociedade civil, delegados, jovens. Portanto há que haver quartos suficientes para garantir que todos sejamos incluídos no processo e a preços acessíveis. Este é o nosso ponto central.

Valor: O senhor mencionava a importância da COP30 para a África.

Muyungi: A COP30 é muito importante para nós. São 10 anos depois do Acordo de Paris, cinco anos antes do prazo dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e temos que temos que garantir o roadmap de Baku a Belém de US$ 1,3 trilhão. Precisamos garantir que as questões relacionadas à transição justa sejam concluídas, que a meta global de adaptação seja concluída com os indicadores. Todas essas questões são muito importantes para a África. Não podemos permitir que algumas pessoas não sejam incluídas nas negociações de questões tão importantes.

Valor: Fale um pouco mais sobre a importância da COP30 para o Sul Global.

Muyungi: Estamos muito felizes em ver que a COP30 está sendo realizada no Brasil. O Brasil é um país muito conhecido por sua capacidade de unir as pessoas, há o mutirão, como vocês dizem. E para garantir que haja uma inclusão. Desde 1992, quando o Brasil sediou a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, existiram várias COPs climáticas. O Brasil é o centro da biodiversidade, o centro da silvicultura e da melhor forma de usar a floresta para nos adaptarmos às mudanças climáticas. O Brasil é o centro de quase tudo e tem essa história. Um país como o Brasil deve mostrar que os países em desenvolvimento podem hospedar uma COP desta importância e garantir a inclusão. E ela acontece em um momento em que alguns se retiraram do Acordo de Paris e, portanto, há um teste do multilateralismo, e precisamos garantir que estaremos lá.

Valor: A COP30 é um teste para o multilateralismo?

Muyungi: Sim. Para nós, os países em desenvolvimento que são muito mais afetados pelas mudanças climáticas, é um teste para mostrarmos se podemos ficar juntos e abraçar o multilateralismo. E isso só pode ser feito por meio da inclusão.

Valor: Há outros itens da agenda que o senhor considera importantes?

Muyungi: Temos que concluir os vários itens da agenda que mencionei, além de discussões sobre tecnologia e sobre os caminhos de transição justa. Para a África, por exemplo, poder ter fogões limpos (as comunidades cozinham com carvão ou lenha dentro das casas, o que causa problemas de saúde para mulheres e crianças). Temos ainda 900 milhões de pessoas sem a opção de cozinhar sem emitir gases estufa e poluição. Precisamos garantir, em Belém, que ninguém seja deixado para trás, e que as mulheres e crianças na África, que já estão sofrendo os impactos das mudanças climáticas, também possam fazer parte dos caminhos da transição justa. Essas são questões importantes para nós em Belém, e acreditamos que a presidência brasileira verá a importância da inclusão na COP30, tanto se ela ocorrer em Belém ou em outra cidade do Brasil. Mas onde o governo brasileiro, por causa de sua história, possa garantir que todos sejamos incluídos.

Valor: Outro item importante são as NDCs, os novos compromissos climáticos dos países, que devem ser apresentados até setembro. O balanço destes compromissos será feito pela ONU em outubro e já sabemos que, com todas as promessas, o limite de 1,5°C não será garantido. Pior: este balanço não será discutido na COP30, em novembro. O que o senhor acha?

Muyungi: Sim, NDCs até setembro Em seguida, haverá um relatório de síntese preparado pelo secretariado da UNFCCC. Este é um relatório muito importante e haverá um evento especial em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, onde vamos olhar este terceiro round das NDCs. Este balanço vai nos ajudar a entender se somos realmente uma comunidade global e o que estamos fazendo para enfrentar o desafio, e quanto mais devemos fazer. O problema que enfrentamos é que não há clareza se nós, países africanos ou quaisquer outros países em desenvolvimento, obteremos os recursos para implementar as NDCs. Nossa preocupação, nas NDCs dos países africanos e em desenvolvimento, não é o nível de ambição dos compromissos, mas se haverá recursos para implementá-las.

Valor: Está tudo conectado.

Valor: A próxima reunião do bureau será dia 11, certo? Ali se espera que o governo brasileiro traga soluções para todas as questões que vocês levantaram?

Muyungi: Sim. Foi reagendada para o dia 14 de agosto. Veja, levantamos muitas questões. Algumas das soluções foram dadas. Por exemplo, a questão da subdivisão da África em dois grupos foi resolvida. A presidência brasileira disse que vai abortar essa ideia. Algumas respostas nos foram dadas, mas há tantas perguntas. O que eu prevejo é que, assim que obtivermos as respostas, veremos se haverá inclusão. Nosso desejo é ver que depois de 14 de agosto haverá clareza sobre como todos os países, todos os atores, toda a sociedade civil, todos os meios de comunicação, poderão dormir e participar adequadamente das discussões em Belém. Essa é a resposta que esperamos. Se não, tem de haver uma alternativa, incluindo, naturalmente, a análise de outros locais. O Brasil é muito rico em termos de sediar esses encontros, e vocês têm muitas opções de lugares.

Valor: O senhor acha que dividir o evento é uma solução?

Muyungi: Dividir a COP não é a melhor opção, porque para alguns de nós será impossível viajar de uma cidade para outra, a menos que se tenha a opção de mover a COP30 para outro lugar. Mas nossa melhor aposta seria uma opção que garantisse acomodação adequada a todos. Agora, se essa opção é Belém, ou outro lugar, eu não sei dizer.

Acreditamos que a COP30 é extremamente importante e confiamos no Brasil para sediar eventos tão grandes. Acreditamos na inclusão, e este é o nosso ponto central. E acreditamos que, levando isso em consideração, o governo brasileiro fará a melhor escolha para garantir a inclusão. Estar no Brasil, para nós, é algo que nos alegra e acreditamos que o Brasil também entende as necessidades da África.

Valor: Hoje, com todas as tensões geopolíticas no mundo, quais as chances de a COP30 ter sucesso?

Muyungi: Acredito que temos uma chance de seguir em frente. Nós passamos por esses desafios cíclicos ao longo dos 30 anos da COP. No contexto dos desafios das mudanças climáticas, que estão aumentando, a única opção para muitos de nós, países em desenvolvimento já altamente impactados pelas mudanças climáticas, o multilateralismo é a melhor opção. E acreditamos que o teste do multilateralismo vai acontecer no Brasil, em Belém. E é por isso que, se todos fizermos parte do processo, haverá sucesso.



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Filipe Luís admite decepção com segundo tempo do Flamengo diante do Ceará: ‘Descuido nosso’ https://aguaslindasagora.com.br/filipe-luis-admite-decepcao-com-segundo-tempo-do-flamengo-diante-do-ceara-descuido-nosso/ https://aguaslindasagora.com.br/filipe-luis-admite-decepcao-com-segundo-tempo-do-flamengo-diante-do-ceara-descuido-nosso/#respond Mon, 04 Aug 2025 01:47:32 +0000 https://aguaslindasagora.com.br/filipe-luis-admite-decepcao-com-segundo-tempo-do-flamengo-diante-do-ceara-descuido-nosso/ […]]]>

O empate do Flamengo com o Ceará por 1 a 1 neste domingo não deixou um gosto agridoce apenas para a torcida. O resultado manteve o rubro-negro na liderança do Brasileirão, mas Filipe Luís admitiu estar decepcionado com a queda apresentada pela equipe durante o segundo tempo no Castelão. Arrascaeta havia aberto o placar, mas Pedro Raul empatou de cabeça.

— Sentimento de decepção depois de ter feito um grande primeiro tempo, criado chances de gol e finalizado muitas vezes no gol do adversário. E, no segundo tempo, tivemos uma queda muito grande. Por um descuido nosso, na bola parada, sofremos o empate. Claro que o sentimento é de decepção. Não temos outro caminho se não trabalhar e continuar evoluindo — disse o treinador na coletiva.

Porém, ele evitou apontar o dedo para a questão física do time e a grande quantidade de jogos. Por exemplo, o jogo de hoje está entre os dois das oitavas de final da Copa do Brasil, contra o Atlético-MG.

— Jogos depois de três dias, o time sente. Por mais que alguns jogadores não tenham jogado na Copa do Brasil. Mas não acredito que seja (um problema) físico. Acredito que todos estamos na mesma situação com a sequência de jogos e o calendário recheado. Vai muito do que é o momento do jogo e do adversário. Nos incomodaram (Ceará) e acabamos dando uma chance, que foi de escanteio. O time estava defendendo bem a nossa área — analisou Filipe.

O jogo ainda contou com a participação do trio de reforços Samuel Lino, Emerson Royal e Saúl. O treinador se mostrou feliz que todos estão se adaptando à equipe, mas reconheceu que não tem sido o melhor contexto de adaptação.

— É verdade que temos incorporações novas. Uma janela extraordinária do clube e na qual alguns jogadores chegaram sem ter tempo de treinar na equipe onde estavam. Alguns estavam de férias. Hoje o Lino jogou 90 minutos. Não sei se era indicado para ele, mas já se adaptou rápido ao nosso modelo de jogo — declarou o técnico.

Ao comentar a atuação de Rossi no gol de Pedro Raul, apontada por muitos torcedores como falha, Filipe Luís evitou fazer críticas:

— Eu revi o gol, mas ainda não fizemos a análise com calma. Sempre que se toma um gol, existem quase sempre falhas. Muito difícil ser só mérito do adversário. Se foi o Rossi, se foi o Léo, não me interessa. Os erros acontecem. Às vezes, durante outras jogadas que não acabam em gol. Jamais como treinador, apontaria o dedo e diria que foi falha desse ou do outro. Foi falha da equipe e quem perde somos nós — finalizou.



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